terça-feira, 21 de agosto de 2012

Notícias do Mais educação

Dilma destaca melhora do ensino nas escolas de tempo integral

O programa de ensino integral Mais Educação, realidade em 32 mil escolas públicas de todo o país, foi o tema do programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira, 20. Metade das escolas atendidas pelo programa, nas quais a maioria dos alunos recebe o benefício da Bolsa-Família, está situada em regiões pobres, com baixos resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb).

“Todo país que se desenvolveu, que saiu da condição de país pobre e que se mantém na condição de país desenvolvido apostou na educação em tempo integral para todas as crianças”, disse a presidenta da República, Dilma Rousseff. “Nosso objetivo é ampliar o tempo de estudo da criança e do jovem na escola, com maior acompanhamento dos professores.”

O programa Mais Educação, lançado em 2007 pelo Ministério da Educação, amplia a jornada escolar diária para o mínimo de sete horas, com prioridade para atividades culturais, esportivas e de acompanhamento pedagógico, principalmente em matemática e língua portuguesa. “O Ideb mostra que o aprendizado melhorou muito nas escolas com tempo integral”, salientou Dilma. “Por isso, a educação em tempo integral é tão importante, principalmente quando, junto com ela, vem a melhora dos currículos que nós estamos promovendo no ensino médio.”

Assessoria de Comunicação Social

Ouça o programa Café com a Presidenta da segunda-feira, 20
Palavras-chave: educação integral, Mais Educação

Comando de greve sinaliza retorno às atividades dos técnicos administrativos

O comando de greve da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) sinalizou o retorno ao trabalho após a última rodada de negociações com o governo. A entidade é uma das representantes dos servidores técnico-administrativos das universidades federais e dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Além da Fasubra, os servidores são representados pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).

As propostas de reajuste e de carreira serão discutidas em assembleias da categoria durante a semana. A expectativa é de assinatura formal do acordo até quarta-feira, 22.

A proposta do governo federal contempla reajuste de 15,8%, em três parcelas (2013, 2014 e 2015). Foi elevada a proposta inicial, cujo impacto orçamentário seria de R$ 1,7 bilhão, e passou a contemplar, além do reajuste salarial, a progressão na carreira. Os servidores obtiveram elevação do degrau entre um nível e outro de 3,6% para 3,8% em três anos, com aumento dos percentuais de qualificação para incentivo àqueles com graduação e mestrado.

O acordo implica impacto orçamentário de R$ 2,9 bilhões. Somado ao acordo assinado no dia 3 de último com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que prevê reajustes de 20% a 45% aos professores, a negociação com os docentes e servidores das instituições federais de ensino resulta em impacto de R$ 7,1 bilhões, aproximadamente.

O secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio Oliveira, que participa das negociações, está otimista. “Com a disposição manifestada pelos dirigentes da Fasubra, estamos confiantes de que vamos celebrar o acordo até a próxima quarta-feira, quando voltaremos a nos reunir com os representantes dos servidores”, disse. “Também esperamos que o Sinasefe aprove o acordo e que as atividades nas universidades e nos institutos federais sejam normalizadas o mais rapidamente possível, tendo início a reposição das aulas.”

Retomada — O retorno dos técnicos administrativos ao trabalho significa a normalidade gradativa nas instituições federais de ensino. Assembleias vêm definindo o retorno às aulas, como nas universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS); de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); de São Carlos (Ufscar), no câmpus de Sorocaba; de São Paulo (Unifesp), no câmpus de Guarulhos; de Santa Catarina (UFSC); no Instituto Federal do Paraná, em doze câmpus, e no Instituto Federal do Acre, em três câmpus. O calendário de recuperação das atividades deve ser definido pelos conselhos universitários de cada instituição, e será acompanhado diretamente pelo Ministério da Educação.

O MEC reafirma que as negociações com os sindicatos dos docentes estão encerradas e que não há hipótese de revisão do critério da titulação na progressão da carreira. As tabelas apresentadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão deixam claro que o governo federal buscou, principalmente, valorizar a titulação e a dedicação exclusiva.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, professor, carreira

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Alunos da Escola Adalice Remígio são Classificados para 2ª Fase da Olimpiada Brasileira de Matemática

Relação dos Alunos Classificados

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Código: 25122118             Escola: EMEIEF PROFª ADALICE REMIGIO GOMES
Município: MONTEIRO,     UF: PB

Os alunos dessa escola farão a prova da 2a Fase no seguinte CENTRO DE APLICAÇÃO:

Centro de Aplicação:
EEEFM JOSÉ LEITE DE SOUSA

Endereço:
RUA WAGNER AUGUSTO B JAPYASSU, 426, UTB 5078 E 5079, NOVO HORIZONTE, - MONTEIRO, PB


Data da Prova e Horário:
Dia 15 de Setembro - Sábado - 14:30h. (Horário de Brasília)


Os alunos relacionados abaixo deverão apresentar-se, no Centro descrito acima, portando documento original de identidade (carteira de identidade ou certidão de nascimento ou carteira escolar) e o cartão informativo da OBMEP (enviado a todas as escolas via postal).
É recomendável que o aluno se apresente no CENTRO DE APLICAÇÃO com, pelo menos, trinta minutos de antecedência.


Classificados - Nível 1 (6 alunos)


Código Nome do Aluno Sala de Prova na 2a Fase
1 PB25122118100055 ALISSON FELIPE GOMES DO NASCIMENTO Sala-01
2 PB25122118100614 DANIEL ALVES DA SILVA Sala-01
3 PB25122118100213 EDIVANIA RAMOS DA SILVA Sala-01
4 PB25122118100523 INGRID NAIARA DA SILVA GALDINO Sala-01
5 PB25122118100602 LUCAS PEREIRA DA SILVA Sala-01
6 PB25122118100419 SANDRIELE DOS SANTOS MARTINS Sala-01


Classificados - Nível 2 (4 alunos)


Código Nome do Aluno Sala de Prova na 2a Fase
1 PB25122118200440 ANA RAQUEL FERREIRA DA SILVA Sala-02
2 PB25122118200815 JOAO PAULO DA SILVA FERREIRA Sala-02
3 PB25122118200633 MARCELO NASCIMENTO MARTINS Sala-02
4 PB25122118200505 REBECA DA PAZ SOUZA Sala-02             

O Tom da Tropicália

Ao final da década de 70, um grupo de jovens originados da Bahia vieram ao Sudeste para tentar a vida. Esses jovens baianos acabaram por reinventar a música brasileira através do Tropicalismo. O Tropicalismo foi um movimento que envolveu as artes de uma maneira geral. Nomes como Helio Oiticica, Haroldo de Campos, Augusto de Campos, Décio Pignatari, José Celso Martinez Corrêa, Gilberto Gil e Caetano Veloso são os mais lembrados nesse movimento, que durou pouco tempo, mas marcou imensamente a forma de ver e fazer a arte.

Na música, o Tropicalismo se fez presente através do festival da canção da TV Record, em 1967, com Domingo no Parque e Alegria, Alegria, de Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Na música, o Tropicalismo é traduzido nas letras e na atualidade de seus temas, além do experimentalismo, da inovação harmônica e melódica. Muito próximo da poesia concreta, como em Batmacumba, de Gil, e do experimentalismo de Tom Zé.

Imagem
O cantor e compositor Tom Zé em foto de 2009
Tom Zé, um baiano de Irará, chegou à São Paulo a convite de Caetano Veloso. Daqui, só poderia ganhar o mundo. Embora um pouco esquecido ao longo dos anos, Tom Zé é figura presente em vários países. Sua produção traz sempre novidades e se mantem na vanguarda da nossa música.

Em 2012 está lançando o CD Tropicália Lixo Lógico, com a participação de Mallu Magalhães, Rodrigo Amarante, Pélico, Washington e o rapper Emicida, revisitando o movimento e refletindo - bem à sua maneira - sobre o que foi e o que é o Tropicalismo. Duas músicas perfeitas dão a dica sobre o pensamento de Tom Zé: a primeira, numerada 1A: Apocalipsom A (O fim no palco do começo) e 1B: ApocalipsomB (O começo no palco do fim).

Veja abaixo a letra da música Apocalipsom A:
Apocalipsom A
Tom Zé

"Personae iuris alieni" (1)
Diabo e Deus numa sala
Firmou-se acordo solene
De unir em casamento
A fé e o conhecimento

Casou-se com muita gala
O saber de Aristóteles
Com a cultura do mouro
Para ter num só filhote
O duplicado tesouro

E toda casta divina
Estava lá reunida:
Apolo e Macunaíma
Dioana, Vênus, Urânia
Chiquinha Gonzaga, Bethânia

O Diabo ali presente
De todo banco gerente
(Conforme o cabra da peste
Chamado Bertolt Brecht)

Tinha comida e regalo
Tinha ladrão de cavalo
Pai de santo e afetado
Padre, puta e delegado


E a menina, meu rapaz
Cresceu depressa demais
Anda presa na Soltura
Circula na Quadratura
E o Sossego ela não deixa em paz

Cada dia mais esperta
A moleca desconcerta
No senso que ela retalha
Não há quem bote cangalha
Se você faz represália
Ela passa a mão na genitália
Esfrega na sua cara

Mas...
Onde a cultura vige
E o conhecimento exige
Recita 'noblesse oblige' (2)
Com veludo na laringe
Castiça cantarolando
'Quod erat demonstrandum'(3)
E recebida na sala
Se trata por Tropicália

(1) Termo juridico que indica pessoas que não tem poder sobre si mesmas.
(2) Expressão francesa: "a polidez manda".
(3) Em latim: "Conforme queríamos demonstrar".

Fonte: http://www.clickideia.com.br/

Avaliação do Ideb aponta avanços e cumprimento de metas de 2005 a 2011

Acompanhado do presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, do secretário de Educação Básica, César Callegari, e da presidente da Undime, Cleuza Repulho, o ministro Aloizio Mercadante explica os números do Ideb (foto: Fabiana Carvalho) A educação brasileira avançou nos últimos anos. É o que aponta o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) de 2011. O Brasil, de acordo com os dados, atingiu as metas estabelecidas em todas as etapas do ensino básico — anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio.

Nos anos iniciais, o Ideb nacional alcançou 5,0. Ultrapassou não só a meta para 2011 (de 4,6), como também a proposta para 2013, que era de 4,9. Nessa etapa do ensino, a oferta é prioritariamente das redes municipais, que concentram 11,13 milhões de matrículas, quase 80% do total. O Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal foi calculado em 5.222 municípios. A meta para 2011 foi alcançada por 4.060 deles (77,5%).

Em 2005, quando o Ideb foi calculado pela primeira vez, 57,55% das crianças nos anos iniciais estavam matriculadas em escolas municipais de redes de ensino com avaliação abaixo de 3,8 — média nacional de então. Com a evolução consistente do indicador nos últimos anos, o percentual caiu para 17,09% em 2011. Em 2005, mais de 7,1 milhões de crianças estudavam nas escolas com o Ideb mais baixo (até 3,8). Esse número caiu para 1,9 milhão em 2011.

Com relação aos índices de avaliação mais elevados, ainda nos anos iniciais, consideradas as matrículas de redes municipais com Ideb acima da meta de 5,0, o registro era de 2,87% das crianças (cerca de 350 mil matrículas). Em 2011, o percentual saltou para 38,04%, com 4,2 milhões de estudantes acima da meta estabelecida.

Finais — Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb nacional atingiu 4,1 em 2011 e ultrapassou a meta proposta, de 3,9. Considerada tão-somente a rede pública, o índice nacional chegou a 3,9 e também superou a meta, de 3,7.

Assim como nos anos iniciais, a evolução constante do Ideb nos anos finais do ensino fundamental garante o aumento da proporção de matrículas nas faixas de índice mais elevado. Em 2005, 56,20% dos estudantes da rede pública (7,5 milhões) concentravam-se em faixas de Ideb inferiores a 3,4. Em 2011, o percentual caiu para 26,59% (3,2 milhões de matrículas). Redes com Ideb acima de 4,5 atendiam pouco mais de 300 mil estudantes (2,44%). Agora, abrangem mais de 2 milhões (17,17% do total de matriculados).

De todos os municípios (cerca de 4,3 mil) submetidos à avaliação do Ideb para os anos finais do ensino fundamental, 62,5% atingiram as metas, que foram superadas também em todas as regiões do país.

Médio — Em termos nacionais, incluídos ensino público e particular, foi igualada em 2011 a meta para o ensino médio, de 3,7. O indicador é obtido pelas notas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e pela taxa média de aprovação percentual.

Assessoria de Comunicação Social

Veja a apresentação do ministro Mercadante, durante coletiva à imprensa

Confira os dados por unidade da Federação, municípios e escolas

Confira o sistema do Ideb de 2011
Leia mais...
Ministro atribui evolução à ampliação dos investimentos
Palavras-chave: educação básica, Ideb
 
Fonte: http://www.portal.mec.gov.br/ 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Escola Adalice Realiza Homenagem aos Pais com Alunos do 6º ao 9º Ano















Nossa escola esteve realizando no dia 09 de Agosto de 2012 uma homenagem ao dia dos pais com a participação dos professores, estes deram tudo de si. Foi um evento maravilhoso, no qual os pais receberam brindes, participaram de brincadeiras e fizeram um delicioso lanche. Parabéns a todos os pais e obrigado a todos os professores e funcionários da escola que participaram de forma ativa nesta festividade. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A falta de esporte escolar no Brasil explica o seu fracasso nas Olimpíadas.



A falta de esporte escolar no Brasil explica o seu fracasso nas Olimpíadas. 

Por Mauro Alves da Silva

O Brasil é um dos poucos países que adota o ensino em meio período. Se não dá tempo sequer para o aluno aprender as disciplinas acadêmicas básicas, muito menos praticar atividades esportivas, culturais ou lúdicas...
Este modelo de “escola-motel”, escola de turnos inferiores a 4 horas, interessa a uma perversa elite branca, racista e ignorante que governa o Brasil há mais de 500 anos. Nossa escola pública, muito semelhante ao sistema prisional, ensina apenas o mínimo necessário para o povo se qualificar para os empregos com o menor nível de escolaridade... A elite econômica brasileira não permite um ensino público de boa qualidade porque não quer que o filho do pobre concorra com seus filhos às melhores universidades e nem aos melhores empregos.
Vale destacar que até mesmo a maior parte das escolas particulares brasileiras segue o falido modelo de “escola de meio período”, enganando até mesmo a classe média que se desdobra para pagar uma escola medíocre, cujo único diferencial em relação à escola pública é que os professores não faltam às aulas...Note-se que mesmo os alunos das escolas particulares têm desempenho piores do que alunos de escolas públicas da Europa ou dos EUA.
Esporte, cultura e atividades lúdicas (recreativas) regulares são oferecidas somente nas escolas particulares; e, ainda assim, mediante pagamento de taxas extras...
Lembramos que o Brasil permite que os gastos com educação particular sejam deduzidos integralmente do imposto de renda. Isto significa que todos os brasileiros pagam a escola particular, mas somente os filhos da elite econômica brasileira possam usufruir destas escolas particulares.
Sem ter uma escola que ofereça educação integral, em tempo integral, o brasileiro torna-se campeão em reprovação e abandono escolar.
Uma forma de atrair e manter o aluno na escola pública é justamente oferecer práticas esportivas, culturais e lúdicas. Mas isto exige escola integral de tempo integral, com professores em dedicação de tempo integral... .Exige a construção e a manutenção de quadras esportivas e até mesmo vestiários nas escolas públicas... Exige-se que a escola ofereça um almoço completo diário a cada aluno... Os alunos com bom aproveitamento terão atividades esportivas e culturais n segundo período, enquanto que os outros alunos terão aulas de reforço...
O modelo de escola integral em tempo integral é caro. Exige gestão escolar eficiente e controle externo para não haver desvios e nem fraudes. Mas este modelo é a única forma de atrair e manter o aluno na escola, de tal forma que o aluno tenha uma formação completa, uma formação compatível como que se é exigido de um país que é a quinta economia mundial e que aspira também estar entre os povos mais desenvolvidos.
Os centros de formação de atletas para competições de alta performa só se justifica em um país democrático se houver esporte escolar para todos, esporte escolar em escolas de tempo integral paratodos.
Para quem acha que o valor gasto com educação é muito alto, e que não valeria a pena gastar mais, o conselho e que estude e se informe sobre o custo da ignorância, custo este que fatalmente leva uma país à desindustrialização, à perda de empresa para países estrangeiros, e a perda de empregos, inclusive até mesmo a perda dos empregos desta mesma elite econômica que acha possível sobreviver em um país com trabalhadores semiescravizados e semialfabetizados por mais 500 anos.
Esperamos que nos próximos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro em 2016, o Brasil seja ouro em educação integral em tempo integral; e que nossos atletas orgulhosamente apresentem não só a conquista de medalhas olímpicas, mas também a conquista dos seus diplomas universitários.
São Paulo, 06 de agosto de 2012.
Mauro Alves da Silva
Coordenador do Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública.
http://movimentocoep.ning.com/