quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mais Fotos do Desfile Cívico de 7 de Setembro 2012


 
 

 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Confira Mais Fotos do Dia 7 de Setembro

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



Escola Adalice - Turma de Danças do Profº Ayslan
 Escola Adalice 3º Ano de Tia Veronica - Danças das Caveiras
 Escola Adalice - 2º Ano Turma de Tia Sonia - Dias da Semana
 Escola Adalice - Parlendas Tia Elaine
 
 

 
 

Dia 07 de Setembro de 2012 - Monteiro Mostra patrotismo

 Filarmonica Municipal

 Banda Macial da Escola Maria do Socorro Aragão
 Desfile da Briosa Polícia Militar
 
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Olimpíada de maemática tem 830 mil alunos classificados à segunda fase


Bruna Larissa foi a primeira estudante do Acre a conquistar a medalha de ouro na Olimpíada de Matemática (foto: arquivo pessoal) A dedicação vale medalha e oportunidades valiosas na vida profissional. No dia 15 de setembro, sábado, às 14h30 (horário de Brasília), cerca de 830 mil alunos do sexto ao nono ano e do ensino médio de escolas públicas de todo o Brasil participarão da segunda fase da oitava edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). A competição existe há oito anos e cresce a cada edição. Mais de 19,1 milhões de alunos de 46.728 escolas se inscreveram este ano. Em 2011, foram 18,7 milhões de estudantes de 44.691 escolas.

Os medalhistas melhor classificados podem participar de programa de iniciação científica júnior com bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em 2012, serão 4,5 mil bolsas. O Programa Ciência sem Fronteiras prioriza na seleção alunos que conquistaram medalhas em olimpíadas de conhecimento, como a Obmep.

Ouro
– Para conseguir um bom resultado na prova, estudantes e professores, que também recebem prêmios, enfrentam uma rotina diária de estudos extras. Mesmo quem já conquistou medalhas corre atrás de outras. Bruna Larissa Carvalho de Sousa, 13 anos, competiu em 2011 e foi a primeira aluna do Acre a se tornar medalhista de ouro. Ela pendurou na parede de seu quarto, à vista de quem entra, a medalha que recebeu do ministro Aloizio Mercadante, na cerimônia de premiação da Obmep realizada no Rio de Janeiro, em 27 de agosto.

“O ministro me disse que é uma grande honra receber essa medalha”, lembra a estudante, que atualmente mora na capital Rio Branco. No ano passado, 90 mil alunos do Acre participaram da competição. Este ano, ela compete novamente e está classificada para a segunda fase da Obmep. “As questões ficam mais contextualizadas e difíceis”, comenta. Para vencer o desafio, ela inclui questões das provas anteriores da olimpíada nas duas horas diárias de estudo em casa, no turno contrário às aulas da escola.

“Ela sempre gostou muito de estudar e leva livros de matemática para estudar em casa”, conta, toda orgulhosa, Lourena Carvalho, mãe de Bruna. A menina frequentava no ano passado a escola municipal Antonia Fernandes de Moura, em Santa Rosa do Purus, uma localidade de difícil acesso e onde moram cerca de 4 mil pessoas. “Só se chega lá de barco ou avião bimotor”, explica Lourena.

A conquista da medalha de ouro entusiasma outros estudantes da escola. Sete alunos dos anos finais do ensino fundamental participarão da segunda fase da Obmep 2012. Premiado em 2011 na competição, o professor de matemática de Bruna, Antonio Carlos Osório do Nascimento, espera outras conquistas. “O professor dá o suporte, incentiva, passa o que sabe, mas o mérito de conquistar uma medalha é do aluno. Depende dele se esforçar e descobrir outras maneiras de chegar ao resultado do problema”, observa.

Este ano, Bruna, que está no oitavo ano, vai competir por outra escola, o Instituto São José, que fica em Rio Branco. Apaixonada por cálculos, a menina faz planos de estudar engenharia mecatrônica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP). “É uma área que engloba matemática e outras matérias e que gosto muito”, diz ela.

Obmep 2012 – A olimpíada de matemática é realizada em duas fases. A primeira prova é classificatória e é aplicada pelos professores dos alunos na escola em que estudam. A segunda prova contém seis questões, cada uma valendo 20 pontos. Esta fase premia também os professores. “Para ser medalhista de ouro, o aluno tem que ser um dos melhores do Brasil e alcançar uma nota superior a 75% do total da pontuação da prova, ou seja, uma nota entre 84 e 120 pontos”, explica Severino José Correia, coordenador regional da Obmep no Acre.

As provas no próximo dia 15 serão aplicadas em 9 mil locais em todo o Brasil. A página da Obmep.

Rovênia Amorim
Palavras-chave: educação básica, matemática, Obmep, Olimpíada
 
 Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18065

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Quanto você gasta com energia?



Imagem A energia elétrica é mais cara do que você pensa
Quanto sua família gasta, mensalmente, com a conta de energia? R$ 100? R$ 200? Pense em sua última conta de energia e guarde a informação.
Um estudo inédito feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) afirma que, na verdade, para cada R$ 100 pagos na conta de luz, o consumidor brasileiro gasta outros R$ 200 sem ter consciência disso. Então, se na sua última conta de luz foram gastos R$ 150, você, na realidade, gastou de R$ 400 a R$ 450 com energia. Assustador, não?
Esse adicional é o custo da eletricidade que vem embutido (ou é repassado) no preço de todos os bens que você consome e dos serviços que você utiliza. O cálculo da Fipe mede a quantidade de energia inclusa em itens como automóveis, imóveis, eletrodomésticos, o cineminha ou o cabeleireiro, a passagem de ônibus ou de trem.
De acordo com o estudo, a conta de luz que pagamos todos os meses representa apenas 32% de tudo o que gastamos com energia no cotidiano. A maior parte, 53%, está incluída nos bens e serviços da iniciativa privada que contratamos e os outros 15% estão embutidos nos preços de serviços públicos, como o transporte, por exemplo.
Utilizando a metodologia de pesquisa desenvolvida pela WIOD (World Input-Output Database) juntamente com o perfil de consumo da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, o trabalho da Fipe demonstra que para cada real pago na conta de luz, o consumidor, em realidade, está desembolsando outros R$ 1,68 para financiar a energia oculta nos bens e serviços.
Podemos inferir a partir dessas informações que quanto maior for o consumo de bens e serviços, maior será o custo com energia. Sabemos que tal informação não é nova, mas nunca uma pesquisa conseguiu comprovar que estamos, de fato, pagando energia quando compramos uma latinha de refrigerante ou um pacote de salgadinhos. Para o senso comum, quem paga a conta de energia envolvida na latinha de refrigerante são as empresas responsáveis pela sua fabricação. E não é bem assim.
As empresas também custeiam energia a mais do que pagam na fatura mensal. Existem segmentos que gastam diretamente com energia, como as indústrias de alumínio e química, por exemplo. No entanto há outros em que o peso indireto é muito grande, como para a indústria da construção civil: para cada R$ 100 de conta para esse setor, outros R$ 4.690 são gastos indiretamente no pagamento dos materiais utilizados.
Quase a metade do custo da energia no Brasil se dá em função de impostos e encargos setoriais, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é de competência estadual e responde por 20% do preço da energia. Não é à toa que o governo federal vem trabalhando para criar um pacote de medidas que baixem os custos da energia elétrica no país, combinando tentativas de negociações com os estados para a redução do ICMS, com a exigência de preços mais baixos na renovação das concessões das distribuidoras, transmissoras e geradoras de energia.
Todos nós agradeceremos se as novas medidas triunfarem.

Fonte: www.clickideia.com

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cientistas brasileiros poderão atuar em instituições dos EUA

Cientistas brasileiros, de diferentes áreas de conhecimento, poderão trabalhar como professor ou pesquisador visitante em renomadas instituições de ensino superior dos Estados Unidos em 2013. Os interessados poderão se inscrever até 4 de outubro no programa Professor-Pesquisador Visitante nos EUA. Serão selecionados 25 bolsistas para um período máximo de três ou quatro meses.

Entre os requisitos exigidos pelo programa está a condição do candidato ser docente ou orientador em pós-graduação reconhecida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação.

O objetivo do programa é destacar no meio universitário e de pesquisa dos EUA a atuação de cientistas brasileiros em diversas áreas do conhecimento e aprofundar conhecimento mútuo das respectivas culturas e sociedades. Além de dar aulas, os bolsistas brasileiros poderão realizar pesquisas e desenvolver atividades de orientação técnica e científica nas instituições norte-americanas.

Para participar, o candidato deve preencher os formulários de inscrição da Capes, em português, e da Comissão Fulbright, em inglês. Aos formulários devem ser anexados os documentos descritos no edital. O resultado está previsto para ser divulgado em novembro deste ano.

Os selecionados receberão mensalidade no valor de US$ 2.100; auxílio deslocamento ou passagem aérea de ida e volta, a critério da Capes; auxílio pesquisa mensal no valor de US$ 1.500; auxílio instalação, pago em parcela única, no valor de US$ 1.500, e seguro saúde.

Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone (61) 3248-8604 (Comissão Fulbright) ou pelos endereços eletrônicos da Comissão Fullbright ou da Capes.

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a página do programa Professor-Pesquisador Visitante nos EUA

Acesse a página da Capes

Acesse a página da Comissão Fullbright

Acesse o edital do programa
Palavras-chave: educação superior, bolsas, Professor-Pesquisador Visitante, Comissão Fullbright, Capes

Termina nesta segunda prazo para escola selecionar textos


Estudantes do quinto e do sexto anos do ensino fundamental fazem parte do público que participa da terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro (foto: João Bittar/arquivo MEC)Termina nesta segunda-feira, 3, o prazo para escolas públicas de todo o país selecionarem os textos produzidos pelos alunos, com apoio de professores, e enviá-los à comissão julgadora municipal da terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.

Uma vez encerrada a produção dos trabalhos em sala de aula, é hora de cada professor escolher o melhor texto da classe, junto com seus alunos. Durante o mês de agosto as escolas organizaram uma comissão julgadora para selecionar um texto por categoria (poema, memórias literárias, crônica, artigo de opinião). Daí em diante, o texto passa por sucessivas etapas de seleção – municipal, estadual, regional até chegar à nacional.

Cabe ao diretor da escola a formação da comissão escolar, que pode ser composta por um grupo de três a cinco avaliadores, entre professores de língua portuguesa, representantes de pais de alunos e da comunidade. Os critérios a serem seguidos pela comissão para avaliar os textos está publicado na comunidade virtual da olimpíada.

Os 500 semifinalistas participam com seus professores do Encontro Regional em uma capital brasileira. Os 152 finalistas participam com seus professores, diretores e um pai ou responsável do encontro nacional em Brasília, onde serão anunciados os 20 vencedores. Na etapa regional há também um concurso para relato de prática, destinado aos professores dos alunos semifinalistas. Uma comissão julgadora específica seleciona um relato por região.

O programa do Ministério da Educação e Fundação Itaú Social, em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), oferece formação a professores da rede pública para o ensino do idioma com o objetivo de estimular a leitura e desenvolver competência de escrita nos alunos.

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Fundação Itaú Social
Palavras-chave: educação básica, Olimpíada, língua portuguesa