|
Missão da Escola: "Assegurar um ensino de qualidade, garantindo o acesso e a permanência do aluno na escola, formando cidadãos capazes de viver com dignidade, em seu meio transformando a realidade."
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Jogos Olímpicos e Política: um olhar sobre a edição de 1936
A necessidade do sagrado
É claro que, como se sabe, o termo “sagrado” não é absoluto. Ao contrário, a dimensão da sacralidade não se apresenta na mesma forma sob todos os olhares, em todas as épocas e lugares. Aquilo que é considerado sagrado por um cristão pode muito bem não o ser para um hinduísta. Por sua vez, o que este considera sagrado também pode não o ser para um umbandista. E assim por diante. O domínio do sagrado depende, portanto, de perspectivas passíveis de serem situadas no tempo e no espaço. Os próprios cristãos, por exemplo, podem muito bem divergir enormemente entre si com relação ao que deveria ser considerado divino ou ordinário, caso contrário não haveria tantas denominações diferentes no interior do cristianismo, como a protestante e a católica. De qualquer modo, apesar de diferenças em maior ou menor grau que possam ser identificadas entre as perspectivas religiosas, a razão de ser do sagrado muito provavelmente é comum a todos os crentes: responder nossas questões existenciais mais básicas e sanar o sofrimento que eles são capazes de gerar.
A busca pelo sentido da existência e pela explicação da origem do universo levou os seres humanos a criarem sistemas de referências imutáveis e atemporais, compostos por entes como os deuses, os anjos, os espíritos, os demônios, o céu e o inferno. Entretanto, nada disso pode ser conhecido por intermédio dos sentidos, a não ser que tais entidades se revelem aos seres humanos por meio de milagres ou experiências sobrenaturais. É por isso que a busca do sagrado tende a ser acompanhada pela necessidade de se torna-lo tangível, passivo de ser visto, tocado, ouvido, cheirado ou deglutido.
A sacralização de objetos, lugares e ações ordinários faz parte da natureza de grande parte das religiões. Objetos como amuletos e crucifixos, por exemplo, são formas materiais, mas supostamente dotados de atributos espirituais, como a capacidade de proporcionar milagres dos mais variados tipos. O mesmo vale para determinados lugares, como templos e regiões naturais sagradas. Serve, também, para inúmeros ritos, como as santas-ceias e as cerimônias xamãs.
Nos dias de hoje, é curioso imaginar que objetos fabricados por robôs em escala industrial possam ser, de algum modo, dotados de propriedades sagradas. Mas o são, pelo menos a partir do exato momento em que são tocadas pelas mãos do religioso, que, desse modo, reforça sua fé no sobrenatural e silencia sua angústia existencial.
Fonte: www.clikideia.com.br
JOÃO PEDRO RORIZ É DESTAQUE NA 28ª EDIÇÃO DA FEIRA DO LIVRO DE CANOAS
Por Assessoria de Imprensa
João Pedro Roriz: muita interação e humor na Feira do Livro de Canoas
A convite da Editora Paulus,o escritor carioca João
Pedro Roriz apresentou-se na manhã do dia 14 de junho na Feira do Livro
de Canoas e foi prestigiado pela maior plateia, composta por
aproximadamente 200 adolescentes. É o segundo ano consecutivo que o
escritor participa do evento. Segundo o jornal local O TIMONEIRO, que
deu destaque à participação do escritor na feira, Roriz “desenvolveu uma
conversa animada e interativa com a plateia” e “combinou a sua
experiência de palco com a arte literária”.
Durante a atividade, João Pedro Roriz interpretou
poemas performáticos, falou sobre física quântica e abordou aspectos da
vida profissional e acadêmica, sempre com muito bom humor. O escritor
desafiou a plateia em jogos interativos e fez poemas de improviso com
temas dados pelos espectadores. Os alunos da Escola Estadual Antônio
Francisco Lisboa prestigiaram a palestra. A diretora da instituição de
ensino, Patrícia Quintão, elogiou a interpretação do poema performático
“Bullying – não quero ir pra escola” realizada pelo escritor:
- Eu ri muito com o personagem e achei o tema (bullying) muito pertinente para os dias atuais.
Na hora dos autógrafos, o escritor recebeu o carinho dos leitores
Pelo Facebook do escritor, a professora Mabel Luiza Vieria elogiou a iniciativa de realizar palestras bem humoradas para adolescentes:
- O João Pedro Roriz fez uma apresentação muito animada
para os nossos alunos. Sua criatividade e rapidez para criar poemas (de
improviso) foram fascinantes. Os alunos amaram. Seu livro, “A Maldição
de Hera”, foi muito bem comentado por aqueles que leram.
Ainda segundo a professora Mabel, atividades como essas
realizadas pela Feira do Livro de Canoas, servem como estímulo para que
os jovens tenham mais interesse pela leitura:
- Nem todos os autores dão a atenção que o João Pedro
Roriz deu aos seus leitores. Obrigada por trazer cultura útil a essa
geração tão desmotivada. É assim que vamos trabalhando e revertendo essa
situação!
Alunos do Colégio Luterano São Paulo se divertem com a palestra do escritor
É a terceira ida ao Rio Grande do Sul em apenas dois
meses. Além da Feira de Canoas, o escritor realizou palestras em
diversas escolas que adotaram seus livros nas cidades de Porto Alegre,
Taquara, Esteio, Balneário Pinhal e Novo Hamburgo. No Colégio Imaculada
Conceição, em Cachoeira do Sul, o escritor realizou a palestra "Para
Gostar de Ler" para alunos do Fundamental, a Oficina de Sensibilização
Literária para alunos do Ensino Médio e a palestra "O Prazer e o
trabalho do Educador" para os professores.
João Pedro Roriz fala para os alunos do Imaculada Conceição
A diretora do Colégio Imaculada Conceição, Irmã Agatha
Biesdorf, ficou muito satisfeita com o resultado prático alcançado com
as atividades:
- Foi uma semana especial. Acima de tudo o que foi
realizado, o trabalho do João Pedro é que teve maior repercussão entre
alunos, professores e os que de uma forma e ou outra tiveram algum
contato, até mesmo pelo jornal e pela rádio. Fico feliz e grata e com
certeza teremos outros encontros mais – salientou.
Os alunos da Instituição também se manifestaram através do Facebook do autor:
- Gostariamos de dizer que você realmente é um ótimo
escritor e que você é um ótimo humorista. Adoramos você e queriamos
dizer que se pudesses você poderia vir ao nosso colégio mais vezes.
Obrigado!
Além de palestras motivacionais PRÓ-LEITURA para
adolescentes, João Pedro Roriz realiza palestra dramatizada sobre
BULLYING nas escolas, palestras MOTIVACIONAIS para PROFESSORES, contação
de histórias para crianças entre outras atividades. Entre os livros
lançados pelo autor estão "Chica da Silva" , "A Maldição de Hera" e os premiados "Gorrinho, uma loucura crônica" e "Eros e Psique".
Contatos com o autor:
(21) 3283-6501 / 8885-5069 / divulgacao@joaopedrororiz.com.br (Marcos Santos)
Conheça melhor o autor através do site www.joaopedrororiz.com.br
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Luiza Bairros destaca avanços institucionais para democratização da participação negra na sociedade
Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de
Promoção da Igualdade Racial (Seppir), comemorou hoje (25) o que
considera serem os primeiros avanços no campo institucional para a
democratização da participação da população negra na sociedade.
Ao conceder entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em
parceria com a EBC Serviços, no dia em que comemora o Dia da Mulher
Afro-Latino-Americana e Caribenha (instituído em 25 de julho de 1992),
Luiza Bairros citou a criação de cotas no ensino superior para a
população negra como uma dos direitos mais importantes garantidos até o
momento.
A ministra lembrou também os dois anos de vigência do Estatuto da
Igualdade Racial, sancionado no dia 20 de julho de 2010.
A criação de cotas no ensino superior, declarada constitucional pelo
Supremo Tribunal Federal (STF) neste ano, pode abrir caminho, na visão
de Luiza Bairros, para a aprovação da reserva de vagas também nos
concursos públicos, a nível federal. Segundo a Seppir, a medida já é
adotada em municípios da Bahia, do Paraná, Rio Grande do Sul, de Santa
Catarina, Minas Gerais, São Paulo, do Rio de Janeiro e de Mato Grosso
do Sul. Os percentuais de inclusão são distintos e incluem índios e
mulheres negras em alguns municípios.
Outra bandeira da secretaria, segundo Luiza Bairros, é a mobilização em
torno da tramitação do projeto em andamento Congresso Nacional, que
estende aos 7 milhões de trabalhadores do país, a maioria mulheres
negras, os mesmos direitos assegurados à toda a classe trabalhadora.
A ministra enfatizou também a importância da inclusão no currículo
escolar, em 2003, de disciplina sobre a história e a cultura da África,
focalizando os afrodescendentes brasileiros, que tiveram "papel
relevante na colonização do Brasil, mesmo relegados à escravidão".
Entre todas as iniciativas tomadas para assegurar a igualdade, na
população brasileira, a ministra destacou a participação dos pais no
processo educacional, conscientizando seus filhos sobre o respeito e a
tolerância para com todas as raças. "O conhecimento é uma dimensão
importante sobre a existência ou não de atitudes e mentalidades
discriminatórias. Todos devem ter conhecimento do significado da
presença negra no Brasil, que não existiria sem a contribuição da mão
de obra africana".
Luiza Bairros disse que, no entanto, nem tudo são conquistas. Segundo
ela, tem havido problemas no uso da legislação para punir casos de
racismo no país. Levantamento feito nos Tribunais de Justiça em todo o
Brasil mostra que cerca de 60% dos casos de racismo levados a essas
cortes "não conseguem ter desfecho de condenação, porque os juízes
procuram relativizar as manifestações racistas e tratá-las como se não
fossem a violência que representam''.
Para a ministra, é preciso uniformizar a compreensão sobre o que é
racismo, nas diferentes instâncias judiciárias. ''Eles procuram juízes
enquadrar as queixas como casos de xingamentos ou de descontrole do
infrator, sem levar em conta os efeitos danosos que as pessoas sofrem
quando são vítimas do racismo. Nas cortes superiores, no entanto,
percebemos que existe compreensão cada vez maior da existência do
racismo na sociedade brasileira".
Edição: Lana Cristina
quarta-feira, 20 de junho de 2012
História das Festas Juninas
As festas juninas tiveram origem no Egito Antigo
As festas juninas são muito antigas,
anteriores inclusive ao cristianismo e - conseqüentemente - à Igreja
Católica. Suas origens estão no Egito Antigo, onde nesta época era celebrado
o início da colheita, cultuando os deuses do sol e da fertilidade.
Com o domínio do Império Romano sobre os egípcios, essa tradição foi espalhada pelo continente europeu, principalmente na Espanha e em Portugal. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, a festa mudou para homenagear o nascimento de São João Batista, que foi quem batizou Jesus.
Com o domínio do Império Romano sobre os egípcios, essa tradição foi espalhada pelo continente europeu, principalmente na Espanha e em Portugal. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, a festa mudou para homenagear o nascimento de São João Batista, que foi quem batizou Jesus.
Por ser colônia portuguesa, o Brasil herdou
o costume, principalmente no Nordeste, em que os festejos coincidem com a
colheita de milho. A data passou a parte do calendário católico, seguindo o
exemplo de outras comemorações de dias santos, como o nascimento de Cristo
(Natal) e sua morte (Páscoa).
As chamadas festas juninas reúnem as homenagens aos principais santos reverenciados no mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro. A época é marcada por brincadeiras, comidas típicas, dança e muita superstição, presentes nas simpatias juninas. É a hora de se vestir de caipira e aproveitar esta festa que é um misto de profana e religiosa.
Conheça mais sobre os anfitriões das festas:
As chamadas festas juninas reúnem as homenagens aos principais santos reverenciados no mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro. A época é marcada por brincadeiras, comidas típicas, dança e muita superstição, presentes nas simpatias juninas. É a hora de se vestir de caipira e aproveitar esta festa que é um misto de profana e religiosa.
Conheça mais sobre os anfitriões das festas:
|
Foto: Reprodução |
|
Santo Antônio
(13 de junho)
Além de casamenteiro, Santo Antônio é invocado para achar coisas perdidas. É uma prática comum, no dia em sua homenagem, os jovens fazerem simpatias e "adivinhações" para conquistar alguém ou descobrir quando irá se casar.
Além de casamenteiro, Santo Antônio é invocado para achar coisas perdidas. É uma prática comum, no dia em sua homenagem, os jovens fazerem simpatias e "adivinhações" para conquistar alguém ou descobrir quando irá se casar.
O padroeiro dos namorados era português, de
uma família tradicional de Lisboa e foi ordenado sacerdote aos 23 anos. Seu
nome verdadeiro era Fernando de Bulhões e se tornou Antônio quando ingressou
na Ordem de São Francisco de Assis. Começou a fazer os primeiros milagres na
África, onde foi pregar o evangelho. Morreu em Pádua, na Itália, em 13 de
junho de 1231.
Essa é a razão da escolha do dia em sua homenagem. O local de sua morte tornou-se seu sobrenome, ficando então conhecido como Santo Antônio de Pádua.
Essa é a razão da escolha do dia em sua homenagem. O local de sua morte tornou-se seu sobrenome, ficando então conhecido como Santo Antônio de Pádua.
|
Foto: Reprodução |
|
São João (24
de junho)
Vários costumes juninos representam atos em homenagem a São João. A fogueira, por exemplo, lembra o anúncio do nascimento de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Virgem Maria. Como era noite e Isabel morava em uma colina, esta foi a forma encontrada para o aviso.
Vários costumes juninos representam atos em homenagem a São João. A fogueira, por exemplo, lembra o anúncio do nascimento de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Virgem Maria. Como era noite e Isabel morava em uma colina, esta foi a forma encontrada para o aviso.
Por este motivo, nas noites de junho são
montadas fogueiras como forma de celebração. Para a Igreja Católica, o
acontecimento significa algo mais, o de preparar a vinda de Jesus. No
sertão, o batismo de João também é lembrado com banhos à meia-noite no rio
mais próximo.
|
Foto: Reprodução |
|
São Pedro (29
de junho)
Este pescador tornou-se apóstolo e acompanhou todos os atos da vida de Jesus. O trabalho exercido antes de seguir o messias fez com que fosse considerado o santo dos pescadores. Ele é "O porteiro do céu".
Este pescador tornou-se apóstolo e acompanhou todos os atos da vida de Jesus. O trabalho exercido antes de seguir o messias fez com que fosse considerado o santo dos pescadores. Ele é "O porteiro do céu".
A tradição popular interpreta uma passagem
bíblica, em que Jesus Cristo diz: "Eu te darei a chave do reino dos céus. A
quem abrires será aberta. A quem fechares será fechada".
Assim como Santo Antônio, o dia em sua homenagem é o mesmo de sua morte, que aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se que tenha sido viúvo, um dos motivos para a devoção das viúvas ao santo. Também é costume acender fogueiras e realizar procissões em sua homenagem no dia 29 de junho.
Ritmos e danças típicas das festas juninas
Assim como Santo Antônio, o dia em sua homenagem é o mesmo de sua morte, que aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se que tenha sido viúvo, um dos motivos para a devoção das viúvas ao santo. Também é costume acender fogueiras e realizar procissões em sua homenagem no dia 29 de junho.
Ritmos e danças típicas das festas juninas
|
Foto: Arquivo/DP |
|
Quadrilha
De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia. Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então. Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.
O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva. A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.
A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró. Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.
Forró
Existem duas atribuições para a origem do nome forró. Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração. A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró. A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica. O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias.
Baião
Acredita-se que a palavra baião tenha surgido de bailão, fazendo alusão a "baile grande". Esta dança popular do século XIX permite a improvisação, sendo mais rápido do que o xote que a torna mais viva.
A habilidade nos pés é maior, exigindo movimentos mais velozes do corpo. Os passos são acompanhados por palmas, estalos de dedos e "umbigadas". A marcação da dança segue a musicalidade dos cocos e da sanfona.
De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia. Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então. Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.
O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva. A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.
A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró. Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.
Forró
Existem duas atribuições para a origem do nome forró. Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração. A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró. A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica. O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias.
Baião
Acredita-se que a palavra baião tenha surgido de bailão, fazendo alusão a "baile grande". Esta dança popular do século XIX permite a improvisação, sendo mais rápido do que o xote que a torna mais viva.
A habilidade nos pés é maior, exigindo movimentos mais velozes do corpo. Os passos são acompanhados por palmas, estalos de dedos e "umbigadas". A marcação da dança segue a musicalidade dos cocos e da sanfona.
Fonte:
©
Hotsite São
João Pernambuco.com
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Aluno Emanuel Carlos do 7º Ano da Escola Adalice Realiza Belo Trabalho com Cordel
Veja o Conteúdo Abaixo:
Escola Municipal
Adalice Remígio Gomes
Ano 2012
Biografia em cordel
Autor:Emanuel
Carlos- 7º Ano)
Profª: Josenilda Cavalcante
Profª: Josenilda Cavalcante
Eu agora vou
falar
Com grande
inspiração
Do nosso
Luiz Gonzaga
Que é o rei
do baião
Grande
artista, famoso
Que tenho
admiração.
Antes dos
dezoito anos
Teve
primeira paixão
Nazarena o
seu nome
E moça da
região
Rejeitado
pelo sogro
Não queria o
genro não
Luiz partiu
revoltado
Ao exército
foi servir
Muitos anos
se passaram
Sem querer
voltar ali
Por causa
daquele amor
Ele queria
sumir.
Primeira contratação
Na Rádio
Nacional
Apresentou-se vestido
De vaqueiro bem bossal
Consagrou-se um artista
E muito especial.
No Programa
do Ary
Já foi muito
aplaudido
Cantando
”Vira e mexe”
E foi
bastante ouvido
O sucesso
lhe valeu
Um dia
engrandecido.
Sabendo que
sua amante
Ia virar mãe
solteira
Assumiu
paternidade
Foi essa
grande maneira
Adotando
Gonzaguinha
Foi um ato
de grandeza.
Do
reencontro com o pai
Surgiu uma
criação
O “ Respeita
Januário”
Uma forte
emoção
Na vida
desse cantor
É grande
composição.
Voltou
e casou em Exu
Pernambucana foi ela
Helena era o
seu nome
Professora
muito bela
Era dele
secretária
Luiz gostou
tanto dela.
O casal
viveu bem junto
E ela sem
engravidar
Adotaram uma
menina
Eu também
quero contar
O nome dela
é Rosa
Foi dia de
se alegrar.
Gonzaguinha a mãe perdeu
Helena não quis criar
A sorte que uns padrinhos
Aceitaram lhe apoiar
Um rapaz
complicado
Logo iria se tornar
Mas com o
passar do tempo
Gonzaguinha
despertou
Fez músicas
pra Luiz
A coisa toda
mudou
E pelo
Brasil inteiro
Essa dupla
viajou.
Luiz festas
animava
Com forró
bem popular
Inventor de
melodias
Não dá nem
para falar
Das suas
famosas músicas
Asa branca é
exemplar.
Morreu nosso
Luiz
No Hospital
Santa Joana
Na cidade do
Recife
Capital
pernambucana
Enterrado em
Exu
Foi-se o
filho de Santana.
Neste seu
centenário
Temos que
nos orgulhar
Deste
artista famoso
Nordeste é o
lugar
Quando toca
o seu forró
O povo só
quer dançar.
Assinar:
Postagens (Atom)